sábado, 30 de junho de 2012

Trainspotting

A minha cena favorita do filme dos filmes da minha vida.



Favorita por tantas razões, favorita de tantas maneiras...



Como eu sempre digo: quem entende, entende...quem não entende, entendesse.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Já fomos...



Mas fomos com garra!

segunda-feira, 25 de junho de 2012

O mais sexy....



Fiquem lá com os Miguuelinhos, os Ronaldinhos e os Quaresminhas...com este feioso fico eu!

domingo, 24 de junho de 2012

A Pipoca, a Cócó e no fundo, todas nós.

Roubei mesmo agora este texto á Pipoca ... A CoCó lançou um livro no qual consta este texto maravilhoso. Porque tenhamos blogues conhecidos como o Pipoca e a Cocó ou um que quase ninguém conhece como o meu, há sempre alguém, que por alguma razão, nos acha umas putas.

Para isso basta ter um blogue.

"A Puta


Vou dizer-vos uma coisa. É preciso ter muita paciência para ter um blogue. Porque se há gente muito boa e querida e simpática como vocês, que são a maioria, depois há os outros. E se é verdade que são mesmo a minoria, esses outros cansam. Moem. Molestam. Porque são repetitivos. E têm tantos problemas na mona e na vida que fazem dó. Para esses, eu sou sempre e serei sempre... uma puta. Se sou feliz sou uma puta. Se sou infeliz, mais puta sou. Então é assim:
Se eu escrevo que vou de fim-de-semana, sou uma puta porque com esta crise há imensa gente que nem sabe como comer, quanto mais pensar em passar fins-de-semana fora. Se mostro fotos do sítio onde estou sou uma puta, a fazer pirraça a quem tem de ficar enfiado em 20 metros quadrados e cheio de fome. Mas se não mostro, sou uma puta ainda maior, que deve estar num palacete banhado a ouro e que nem tem coragem de mostrar, tal é o luxo nojento. Mas se, pelo contrário, não vou de fim-de-semana e me queixo de ter o dinheiro contado, sou uma puta porque moro no Parque das Nações, tenho os filhos no colégio, e devia ter vergonha por me queixar da falta de cheta quando há gente que, essa sim, não tem um cêntimo na carteira.
Se digo que estou gorda, sou uma puta porque há pessoas que pesam tanto que chegam aos 3 dígitos e estou a humilhá-las ao falar do meu suposto peso a mais. Mas se fico feliz porque emagreci, sou uma puta porque tenho dinheiro para fazer dietas que os outros não têm, e tenho tempo para fazer caminhadas, coisa que os outros, coitados, nunca têm.
Se me queixo dos meus filhos, porque fizeram uma tropelia qualquer e se estou cansada deles e deixo um desabafo, sou uma puta porque há tanta gente a querer engravidar sem conseguir, e eu que tenho filhos nunca por nunca devia queixar-me deles, é uma vergonha. Se os enalteço, vaidosa, sou uma puta que não pára de se gabar, e devia ter vergonha porque há pessoas que têm filhos deficientes que não conseguem sequer sorrir quanto mais fazer as habilidades que os meus fazem.
Se ponho vestidos da Madalena, sou uma puta exibicionista que devia era dar tudo a instituições de solidariedade. Se falo de solidariedade, sou uma puta porque na verdade o que eu quero é mostrar-me boazinha mas não passo de uma megera nojenta, que tem dinheiro para ser solidária, porque o resto das pessoas, coitadas, não têm dinheiro para si, quanto mais para os outros.
Se digo mal de um funcionário, que me atendeu mal, e calha a chamar-lhe burro, sou uma puta que não sabe o que passam os funcionários, uma puta que está a dizer que todos os funcionários desse ramo são burros, uma puta que acha que só porque tem um curso superior é melhor que os outros, devia era virar uma dessas funcionárias para ver o que era bom.
Se me queixo de ter muito trabalho, sou uma puta porque há muita gente no desemprego e eu devia era virar as mãos para o céu e agradecer ao Senhor a oportunidade que me deu. Se digo que houve um mês pior, com menos trabalho, vão dizer que eu sou uma puta, que em vez de estar em casa armada em freelancer devia era estar sentadinha a uma secretária, que assim não me faltava o trabalho, essa é que é essa.
Se digo que baptizei os meus filhos por respeito e amizade à minha sogra, sou uma puta porque com Deus não se brinca. Se decidisse não os baptizar, apesar dos pedidos da sogra, era uma puta das piores, ingrata do caraças, coração de pedra, incapaz de descer do seu pedestal arrogante para fazer alguém feliz.
Se estou doente, e descrevo o mal-estar, sou uma puta que não sabe o que é estar realmente doente, doente à séria, em perigo de vida, com um padre ao lado pronto para a extrema unção. Se me regojizo com a minha saúde, sou uma puta que merece é ficar doente, por estar a vangloriar-se de algo que há tanta gente a não ter.
Eu podia continuar por aí fora. Mas não posso. Tenho de ir trabalhar (ai, que puta, trabalhar? E tanta gente no desemprego...). E daqui a bocado também tenho de ir fazer o almoço para os meus 3 filhos que estão em casa porque têm tosse (tosse? oh, minha puta, tosse não é doença, sabes lá tu o que é estar doente?). Ainda bem que esta gente é a minoria. São vocês, a maioria saudável, que me faz continuar a ter vontade de vir aqui contar algumas aventuras e desventuras da minha vidinha normal (normal? tu és é uma anormal de primeira! E, claro, uma puta!)"

Estranha... (ainda mais...) ?




Hoje num sonho uma velhinha no Metro dizia-me :

"- Lisboa é o melhor sítio para um psicopata se esconder, porque montes de gente honesta tem cara de psicopata."

Isto é o tipo de pensamento que o meu subconsciente absorve e reproduz nas minhas sestas.

Real horror movie

Eu tenho um vizinho possuído por um demónio.
Só sei porque o oiço.
Oiço-o pelas paredes.
Aquele "rosnar" não é normal.
Juro.

P.S: é uma criança.

sábado, 23 de junho de 2012

Sobre a "exposição blogueira".

Eu tenho fotos pela internet inteira...vestida, nua, com cara, sem cara, disfarçada, sem ser disfarçada, fotos amadoras, fotos profissionais...etc, etc e tal.
Sempre tirei fotos e sempre me tiraram fotos. Tenho fotos no blogue, facebook, sites de fotografia e mostrar-me não me faz confusão nenhuma. As pessoas sabem quem é o meu marido, os meus amigos e por aí além.
A questão é que não falo pormenores da minha vida privada. Aqui no blogue escrevo sobre as minhas opiniões pessoais, brinco e desabafo. Nos meus desabafos sobre a minha vida privada nunca sou explicita...ninguém sabe se me chateei com o marido, mãe ou colega de trabalho, ninguém percebe do que estou a falar...só eu. Não conto pormenores cá de casa, a menos que me perguntem, que calhe em conversa em comentários ou que sejam coisas menores.
Eu não digo como durmo com o marido, as coisas que dizemos um ao outro, sobre o que falamos na nossa casa, eu não descrevo as festas, as birras nem os problemas de família. Eu não digo qual os nomes carinhosos que trato os meus, nem como os meus me tratam.
Eu não digo o que faço ao fim de semana quando acordo, se me levam o pequeno almoço à cama, nem falo do que faço depois de jantar. Não digo como é a minha casa nem quais os mimos que o marido mais gosta. Eu falo de tudo em geral, mas coisas particulares...quase nada. E leia-se "quase".


E toda esta conversa porquê? Porque as pessoas me perguntam se eu não tenho medo de expor o meu corpo assim...
Não, não tenho. O meu corpo é só um corpo. E não tenho pudor com nudez, com a minha cara á mostra, isso para mim não é íntimo, é trabalho ou passatempo, é normal. A minha vida íntima não anda à mostra e isso para mim é que é importante.

E é óbvio que nada tenho contra as pessoas que têm blogues como se fossem diários...onde contam tudo e tudo, mas sem mostrarem a cara. É uma opção. Mas eu prefiro que o meu vizinho descubra o meu blogue e me veja as mamas numa foto gira, do que descobrir o meu blogue, somar 2+2, descobrir quem eu sou e saber que comi pasteis de nata na casa da minha mãe, que por acaso tinha discutido com a minha irmã e que por qualquer razão fui para a cama zangada com o meu marido.

São opções.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Glup...



Li numa estatística, que numa vida de 80 anos, comemos em média 10 insectos enquanto dormimos (melgas, moscas, aranhas, formigas...). Se a média estiver correcta já devo ter engolido 5, razão peça qual além de dormir com um tapa olhos, agora vou dormir com um tapa bocas.
Já comi o suficiente.

A arrogância segundo os medíocres

A arrogância segundo os medíocres
Censura intelectual entre outras coisas...

Por Carmen Guerreiro

“Adorei o seu sapato”, disse uma amiga para mim certa vez.

“Legal, né? Eu comprei em uma feira de artesanato na Colômbia, achei super legal também”, eu respondi, de fato empolgada porque eu também adorava o sapato. Foi o suficiente para causar reticências quase visíveis nela e no namorado e, se não fosse chato demais, eles teriam dado uma risadinha e rolariam os olhos um para o outro, como quem diz “que metida”. Mas para meia-entendedora que sou, o “ah…” que ela respondeu bastou.



Incrível é que posso afirmar com toda convicção que, se tivesse comprado aquele sapato em um camelô da 25 de março, eu responderia com a mesma empolgação “Legal, né? Achei lá na 25!”. Só que aí sim eu teria uma reação positiva, porque comprar na 25 “pode”.

Experiências como essa fazem com que eu mantenha minhas viagens em 13 países, minha fluência em francês e meus conhecimentos sobre temas do meu interesse (linguística, mitologia, gastronomia etc) praticamente para mim mesma e, em doses homeopáticas, comente entre meu restrito círculo familiar e de amigos (aquele que a gente conta nos dedos das mãos).

Essa censura intelectual me deixa irritada. Isso porque a mediocridade faz com que muitos torçam o nariz para tudo aquilo que não conhecem, mas que socialmente é considerado algo de um nível de cultura e poder aquisitivo superior. E assim você vira um arrogante. Te repudiam pelo simples fato de você mencionar algo que tem uma tarja invisível de “coisa de gente fresca”.

Não importa que ele pague R$ 30 mil em um carro zero, enquanto você dirige um carro de mais 15 anos e viaja durante um mês a cada dois anos para o exterior gastando R$ 5 mil (dinheiro que você, que não quer um carro zero, juntou com o seu trabalho enquanto ele pagava parcelas de mil reais ao mês). Não importa que você conheça uma palavra em outra língua que expressa muito melhor o que você quer falar. Você não pode mencioná-la de jeito nenhum! Mas ele escreve errado o português, troca “c” por “ç”, “s” por “z” e tudo bem.

Não pode falar que não gosta de novela ou de Big Brother, senão você é chato. Não pode fazer referência a livro nenhum, ou falar que foi em um concerto de música clássica, ou você é esnobe. Não ouso sequer mencionar meus amigos estrangeiros, correndo o risco de apedrejamento.

Pagar R$200 em uma aula de francês não pode. Mas pagar mais em uma academia, sem problemas. Se eu como aspargos e queijo brie, sou “chique”. Mas se gasto os mesmos R$ 20 (que compra os dois ingredientes citados) em um lanche do Mc Donald’s, aí tudo bem. Se desembolso R$100 em uma roupa ou acessório que gosto muito, sou uma riquinha consumista. Mas gastar R$100 no salão de cabeleireiro do bairro pra ter alguém refazendo sua chapinha é considerado normal. Gastar de R$30 a R$50 em vinho (seco, ainda por cima) é um absurdo. Mas R$80 em um abadá, ou em cerveja ruim na balada, ou em uma festa open bar… Tranquilo!

Meu ponto é que as pessoas que mais exercem essa censura intelectual têm acesso às mesmas coisas que eu, mas escolhem outro estilo de vida. Que pode ser até mais caro do que o meu, mas que não tem a pecha de coisa de gente arrogante.

O dicionário Aulete define a palavra “arrogância” da seguinte forma:

1. Ação ou resultado de atribui a si mesmo prerrogativa(s), direito(s), qualidade(s) etc.

2. Qualidade de arrogante, de quem se pretende superior ou melhor e o manifesta em atitudes de desprezo aos outros, de empáfia, de insolência etc.

3. Atitude, comportamento prepotente de quem se considera superior em relação aos outros; INSOLÊNCIA: “…e atirou-lhe com arrogância o troco sobre o balcão.” (José de Alencar, A viuvinha))

4. Ação desrespeitosa, que revela empáfia, insolência, desrespeito: Suas arrogâncias ultrapassam todo limite.

Pois bem. Ser arrogante é, então, atribuir-se qualidades que fazem com que você se ache superior aos outros. Mas a grande questão é que em nenhum momento coloco que meus interesses por línguas estrangeiras, viagens, design, gastronomia e cultura alternativa são mais relevantes do que outros. Ou pior: que me fazem alguém melhor que os outros. São os outros que se colocam abaixo de mim por não ter os mesmos interesses, taxar esses interesses de “coisa de grã-fino” (sim, ainda usam esse termo) e achar que vivem em um universo dos “pobres legais”, ainda que tenham o mesmo salário que eu. E o pior é que vivem, mesmo: no universo da pobreza de espírito.



Carmen Guerreiro é jornalista e escritora. O texto foi publicado originalmente em seu blog Ansiamente.

terça-feira, 19 de junho de 2012

sábado, 16 de junho de 2012

Zombies etc e tal...



Uma half-zombie e uns olhinhos anime foi pro que me deu esta semana.

É pá, isto não vos custa mesmo nada...ajudem!



A Comunidade Vida e Paz está com falta de leite para distribuir pelas pessoas sem-abrigo e famílias em situação de vulnerabilidade social que se encontram a pernoitar nas ruas da cidade de Lisboa. Dado o aumento do número de pessoas abrangidas pela Comunidade Vida e Paz e dada a diminuição de donativos, as 510 pessoas sem-abrigo e famílias em situação de vulnerabilidade social correm o risco de ficar com parte da sua ceia comprometida.

Diariamente, são distribuídos cerca de 150 litros de leite e mais de 1.000 sandes a quem recorre às carrinhas da Comunidade Vida e Paz. Desde 1989, a Comunidade Vida e Paz vai ao encontro e acolhe pessoas sem-abrigo, ou em situação de vulnerabilidade social, ajudando-as a (re)construir o seu projecto de vida, a recuperar a sua dignidade, através de um projecto integrado de prevenção, reabilitação e de reinserção.

Se pretende apoiar a Comunidade Vida e Paz neste momento de dificuldade poderá fazê-lo de diferentes formas: entregando leite na sede (Rua Domingos Bomtempo, 7 1700-142 Lisboa) ou ligando 760 50 10 20 e por cada chamada doa 1 litro de leite. A sua ajuda faz a diferença!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

???

Nunca percebi aquela ideia de que "quando uma relação acaba é sempre culpa dos dois"... se um é um idiota tremendo e o outro não aguentou a idiotice a culpa também é dos dois?

domingo, 10 de junho de 2012

Cosméticos sem os quais não vou viver neste Verão!

A mente é tudo

Tudo o que somos é o resultado do que pensamos. A mente é tudo. O que pensamos nos tornamos. by Siddhartha Gautam Buddha

A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo A mente é tudo...

terça-feira, 5 de junho de 2012

A minha eterna DIVA!

Gurl gone wild by Madonna

domingo, 3 de junho de 2012

Bad Obsession

Bad Obsession by Guns N'Roses Saudades desta. Bons tempos.

sábado, 2 de junho de 2012

É o amor...

Oh pá...eu amo tanto o meu marido...tanto! Tanto!